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sábado, 8 de novembro de 2014
Mentes Perigosas (Dangerous Minds) 1995
Concretizando o seu sonho de leccionar, LouAnne Johnson (Pfeiffer) é colocada como professora de um grupo de rebeldes adolescentes que aceitam o insucesso como forma de vida. Determinada em ganhar-lhes a confiança e a fazer a diferença nas suas vidas, LouAnne não olha a meios para atingir fins aprendendo, no limite, algumas duras lições.
"Dangerous Minds" é baseado numa história verdadeira, do livro "My Posse Don't Do Homework", escrito por Louanne Johnson, e produzido por dois especialistas em blockbusters, Don Smith e Jerry Bruckheimer.
Uma das maiores ironias de algumas sociedades desenvolvidas é como as pessoas podem desperdiçar as oportunidades educativas que lhe são dadas. Escolas públicas, especialmente o ensino médio, tornam-se mais um clube social, e menos uma instituição de aprendizagem. Infelizmente as piores escolas do ensino médio estão infestadas de gangsters juvenis. "Dangerous Minds" centra-se numa professora que vai ter de lidar com esta juventude degenerada, a quem ela apelida de "rejeitados do inferno".
O filme ficou também famoso pela canção "Gangsta's Paradise," de Coolio, que não era uma glorificação da vida de criminoso, mas sim uma critica sobre estar preso tanto tempo a esta vida, que nem uma educação posso mudar isso. Tanto o filme como esta música tornaram-se grande êxito neste ano.
Não é dos melhores filmes de Michelle Pfeiffer, nem de perto, mas uma obra que cai como uma luva nesta actriz, e do qual ela consegue retirar um dos seus melhores desempenhos.
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quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Os Fabulosos Irmãos Baker (The Fabulous Baker Boys) 1989
Frank e Jack Baker são irmãos e excelentes pianistas. Tocam juntos à 15 anos, exibindo-se nos melhores hotéis da América e, segundo eles... do mundo. Mas, embora reconhecendo o seu virtuosismo, o público começa a fartar-se de ouvir sempre as mesmas coisas. Frank e Jack decidem pôr uma nota de frescura no ser repertório, contratando uma jovem vocalista entre 37 candidatas, Susie Diamond. O trio goza de uma notável ascensão, mas com êxito nascem os primeiros problemas...
No seu conteúdo, "The Fabulous Baker Boys" é uma história simples, não muito diferente de outras que vimos nos filmes sobre artistas que tentam ganhar um lugar ao sol. Escrito e realizado por Steve Kloves (argumentista de "Wonder Boys" e dos filme de Harry Potter), tem aparência de um filme da "Primeira Divisão", com entretimento do início ao fim. Muito disto deve-se à química perfeita dos irmãos Bridges, que aprenderam os movimentos de mãos a tocar piano, apenas para o filme, com a parte das canções a ser entregue a Michelle Pfeiffer, que faz realmente todas as partes vocais do filme. Os três elevam este simples a uma obra muito interessante, das mais marcantes do seu período.
Completando a qualidade do filme, temos a música do compositor Dave Grusin (The Firm, Three Days of the Condor) e excelente fotografia de Michael Ballhous (Goodfellas, Gangs of New York). Trabalhando em conjunto eles fazem magia, fazendo Los Angeles parecer a cidade ideal para tocar Jazz à noite.
É neste filme que encontramos Michelle Pfeiffer numa sequência já clássica, com um vestido vermelho, sentada em cima de um piano a cantar "Makin' Whoopee". Esta seria uma das interpretações mais conseguidas de Pfeiffer, para a qual conseguia mais uma nomeação ao Óscar. Infelizmente este seria o ano de "Driving Miss Daisy", e Jessica Tandy levaria o prémio para casa.
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quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Ligações Perigosas (Dangerous Liaisons) 1988
Uma rica e pérfida viúva (Glenn Close) desafia um célebre libertino (John Malkovich) a seduzir uma jovem e bela mulher recém-casada (Michelle Pfeiffer). Mas, desta vez, uma regra essencial é violada: os dois jogadores vão apaixonar-se...
Tal como acontece com uma regularidade surpreendente na indústria de Hollywood, na altura em que "Ligações Perigosas" entrou em produção, não era a única adaptação do romance de Choderlos de Laclos, do século 18. O filme rival era "Valmont", que estava a ser preparado por Milos Forman, e que apesar de reconhecer que iria perder a guerra da bilheteira com o filme de Stephen Frears, estava preparado para pressionar. "Ligações Perigosas" estreou quase um ano na frente de "Valmont", e conseguiu muito maior sucesso, tanto criativa como financeiramente. A versão de Frears conseguiu arrecadar sete nomeações aos Óscares, inclusivé algumas das principais, como Melhor Filme, Actriz (Glenn Close) e Actriz Secundária (Michelle Pfeiffer), mas acabaria por conquistar apenas três, principalmente nas categorias técnicas. O filme de Forman seria recebido com algumas críticas medíocres.
Talvez a história de "Ligações Perigosas", uma novela cínica sobre personagens desagradáveis que fazem coisas impensadas, tenham feito melhor eco no final dos anos oitenta e noventa. Na realidade, nada menos do que quatro versões desta história chegaram ao cinema no espaço de 11 anos. Além dos filmes mencionados tínhamos "Company of Men" (que empregava as mesmas idéias) e "Cruel Intentions". Talvez as pessoas encontrassem algo de atraente na noção de que qualquer pessoa, incluindo o mais dissoluto e emocionalmente distante dos humanos, poderia ser desfeito pelo amor. Ou talvez haja algo de agradável na observação de indivíduos maus que vivem numa sociedade podre, serem punidos. Em ligações perigosas tudo começa como um jogo, ou um desporto, mas não termina assim.
"Ligações Perigosas" tem o aspecto de um filme de época muito bem preparado, figurinos impecáveis e um design de produção do mais perfeito. Sendo o livro europeu, Frears (ele próprio um realizador inglês) optou por escolher um elenco totalmente americano, apesar do filme ter sido maioritariamente rodado em França. Mas os actores acabaram por ter sido muito bem escolhidos, e o trio principal (Malkovich, Glenn Close e Pfeiffer), têm uma brilhante interpretação, assim como os secundários, onde se incluem Keanu Reaves e Uma Thurman, ambos em vias de se tornarem estrelas.
O filme também representaria uma mudança na carreira de Frears, que até então apenas fazia pequenos filmes de arte, como "My Beautiful Laundrette", e passaria a estar ligado a filmes muito mais mainstream, começando por "The Grifters", no ano seguinte. O argumento, da autoria de Christopher Hampton, ganharia um Óscar.
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terça-feira, 4 de novembro de 2014
Viúva...Mas Não Muito (Married to the Mob) 1988
Angela deMarco (Michelle Pfeiffer) é infeliz no seu casamento com um alto membro da Máfia, Frank DeMarco. Quando Frank é assassinado, Angela aproveita para se libertar deste mundo, e começar uma vida totalmente nova. Mas o patão de Frank, Tony Russo (Dean Stockwell), começa a cortejar Angela, ao que ela não responde. O FBI começa a vigiá-la, pensando que ela é a nova amante de Russo, e o agente Mike Downey (Matthew Modine) vai instalar-se como seu vizinho, mas acaba por se apaixonar por ela...
1988 foi um grande ano para Pfeiffer, permitindo que ela mostrasse o seu valor em géneros bastante distintos. Aqui ela prova os seus dotes no território da comédia, no papel de uma ex-mulher que um homem da Máfia que se quer redimir, e deixar de levar a boa vida que tinha anteriormente.
Essencialmente é uma farsa realizada por Jonathan Demme, dirigida a uma ritmo alucinante, como se fosse uma história aos quadradinhos. Aqui ele é ajudado pelo director de fotografia Tak Fujimoto e pela designer de produção Kristi Zea, que faz milagres para desenvolver um olhar estilizado. Os interiores dos vários restaurantes e hotéis são demasiado extravagantes para parecerem reais, mas não é por isso que eles deixam de ser convincentes.A visão que temos dos anos oitenta como uma década em que gastou pouco dinheiro com cenários que se tornaram maravilhosos, parece ter sido aproveitada por Zea, nesta comédia onde os cenários são um dos pontos mais fortes do filme. É também importante referir o guarda-roupa e os penteados das esposas dos chefes da Máfia, em especial Connie (Mercedes Ruehl), cujo cabelo ameaça declarar independência da sua cabeça a qualquer momento.
Provavelmente é uma das melhores comédias sobre o mundo da Máfia, e isso deve muito ao excelente elenco. Stockwell foi nomeado para o Óscar de secundário, e o elenco conta ainda com Alec Baldwin, Joan Cusack, Oliver Platt, mas o filme é todo de Pfeiffer, cuja carreira entrava na sua melhor fase.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Pela Noite Dentro (Into the Night) 1985
A vida de Ed Okin (Jeff Goldblum) está fora de controle. Não consegue dormir, a sua mulher trai-o, e o seu trabalho é aborrecido. Uma noite ele começa a conduzir pelas ruas de L.A. e acaba no parque de estacionamento do Aeroporto. Momentos depois cruza com uma bela mulher (Michelle Pfeiffer), e vê-se a ser perseguido por quatro iranianos. O que se segue é uma perseguição selvagem pelas ruas de Los Angeles, ao mesmo tempo muito engraçada.
John Landis pinta a aventura de Ed como um sonho, a expressão facial de Goldblum indica que ele não se lembra a última vez que dormiu. Landis leva o filme num ritmo muito peculiar, sem mostrar sinal do cansaço de Ed. Entre piadas sobre o consumismo americano mantém o público no escuro, assim como a noite que rodeia os protagonistas. Na essência, o filme podia ser visto como um sonho de Ed, passado na realidade, ainda que tome a forma de pesadelo, porque é assim que ele vê a sua vida.
"Into the Night" tem sido criticado por ser excessivamente auto-referencial, e seria imprudente ignorar o uso constante de "cameos" entre amigos do realizador (desde Lawrence Kasdan, David Cronenberg, Jonathan Lynn, Paul Mazursky, Jim Henson, Don Siegel, Jonathan Demme, Jack Arnold, entre muitos outros), e a sua homenagem a um dos primeiros filmes que poderiam ser chamados de pós-modernos, "Abbott and Costello Meet Frankenstein", que é mostrado dentro do filme. De várias formas, "Into the Night" reconhece-se como uma identidade à parte no mundo "real", muito parecido com a moda dos anos noventa, iniciada por Wes Craven em "New Nightmare", e continuada com as sequelas de "Scream". Eram filmes onde os seus personagens reconheciam a sua existência dentro de um filme, as suas vidas governadas por convenções estabelecidas por filmes anteriores. Tudo isto é um exemplo do amor que Landis tem pelos filmes.
Realizado em 1985, ano que seria o da revelação de Michelle Pfeiffer, que se deu tanto por este como por "A Mulher Falcão", de Richard Donner. O elenco contava ainda com David Bowie e Dan Aykroyd.
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domingo, 2 de novembro de 2014
Michelle Pfeiffer
Loura, vestida de veludo vermelho. Dançando languidamente sobre um piano de cauda enquanto canta o "Making I Whoopee", a todos encantando. Esta é, provavelmente, a mais forte imagem de Michelle Pfeiffer, senhora capaz de incendiar corações com a sua vulcânica presença. Pertence a "Os Fabulosos Irmãos Baker", uma das mais famosas fitas da "fabulosa rapariga Pfeiffer".
No inicio Michelle não era assim. Primeiro não passava de uma loura igual a tantas outras, ideal para spots publicitários de sabonetes e para servir de "embrulho" de luxo a fitas de segunda. Aliás, foi através da sua beleza que Pfeiffer entrou no mundo do cinema, depois de ter sido notada quer em pequenos papéis televisivos quer em filmes publicitários. E nesse inicio de carreira aproveitaram apenas isso, a sua beleza loura, a cara bonita, o corpo perfeito.
Depois veio a revelação, e entre meados dos anos 80 e meados dos anos 90 teve os seus tempos áureos, que a levaram a ser nomeada para três Óscares, e a participar em alguns dos mais importantes filmes de Hollywood deste período, com a sua presença a ser fundamental para o sucesso de algumas destas obras.
Não foi fácil escolher apenas 5 filmes da Michelle, ficaram de fora obras como "Scarface", "A Mulher Falcão", "As Bruxas de Eastwick", "Doce Liberdade", "A Casa da Rússia", "Batman Regressa" (como Catwoman), "Frankie and Johnny", "Lobo", "Love Field", "A Idade da Inocência", entre muitos outros. Nos últimos anos, infelizmente, tem andado mais afastada do mundo do cinema, mas recentemente reapareceu em grande em "Dark Shadows" de Tim Burton.
Fiquem então com a lista dos cinco filmes que veremos esta semana:
- Segunda: Pela Noite Dentro (1985), de John Landis
- Terça: Viúva...Mas Não Muito (1988), de Jonathan Demme
- Quarta: Ligações Perigosas (1988), de Stephen Frears
- Quinta: Os Fabulosos Irmãos Baker (1989), de Steve Kloves
- Sexta: Mentes Perigosas (1995), de John N. Smith
No inicio Michelle não era assim. Primeiro não passava de uma loura igual a tantas outras, ideal para spots publicitários de sabonetes e para servir de "embrulho" de luxo a fitas de segunda. Aliás, foi através da sua beleza que Pfeiffer entrou no mundo do cinema, depois de ter sido notada quer em pequenos papéis televisivos quer em filmes publicitários. E nesse inicio de carreira aproveitaram apenas isso, a sua beleza loura, a cara bonita, o corpo perfeito.
Depois veio a revelação, e entre meados dos anos 80 e meados dos anos 90 teve os seus tempos áureos, que a levaram a ser nomeada para três Óscares, e a participar em alguns dos mais importantes filmes de Hollywood deste período, com a sua presença a ser fundamental para o sucesso de algumas destas obras.
Não foi fácil escolher apenas 5 filmes da Michelle, ficaram de fora obras como "Scarface", "A Mulher Falcão", "As Bruxas de Eastwick", "Doce Liberdade", "A Casa da Rússia", "Batman Regressa" (como Catwoman), "Frankie and Johnny", "Lobo", "Love Field", "A Idade da Inocência", entre muitos outros. Nos últimos anos, infelizmente, tem andado mais afastada do mundo do cinema, mas recentemente reapareceu em grande em "Dark Shadows" de Tim Burton.
Fiquem então com a lista dos cinco filmes que veremos esta semana:
- Segunda: Pela Noite Dentro (1985), de John Landis
- Terça: Viúva...Mas Não Muito (1988), de Jonathan Demme
- Quarta: Ligações Perigosas (1988), de Stephen Frears
- Quinta: Os Fabulosos Irmãos Baker (1989), de Steve Kloves
- Sexta: Mentes Perigosas (1995), de John N. Smith
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