A longa metragem de estreia de Bo Widerberg transpira a frescura da juventude. Partido da sua critica cinematográfica que clamava por um cinema sueco socialmente relevante o critico que se tornou realizador oferece um retrato vivido de uma jovem operária (Inger Taube) que procura a sua independência ao lidar com uma gravidez inesperada, aprender duras lições com dois homens muito diferentes, e deixar para trás a única casa que alguma vez conheceu.
Embuído de um naturalismo documental o filme tem uma estrutura fluída, que evita pôr enfase dramática em momentos individuais, permitindo que eventos e personagens surjam e assumam importância como fariam no fluxo normal da vida. Com o apoio da fotografia monocromática, fria e bela, do também realizador Jan Troell, Widerberg dá um primeiro passo ousado na sua missão de criar um cinema envolvente.
Legendas em inglês

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