domingo, 2 de novembro de 2014

Michelle Pfeiffer

Loura, vestida de veludo vermelho. Dançando languidamente sobre um piano de cauda enquanto canta o "Making I Whoopee", a todos encantando. Esta é, provavelmente, a mais forte imagem de Michelle Pfeiffer, senhora capaz de incendiar corações com a sua vulcânica presença. Pertence a "Os Fabulosos Irmãos Baker", uma das mais famosas fitas da "fabulosa rapariga Pfeiffer".
No inicio Michelle não era assim. Primeiro não passava de uma loura igual a tantas outras, ideal para spots publicitários de sabonetes e para servir de "embrulho" de luxo a fitas de segunda. Aliás, foi através da sua beleza que Pfeiffer entrou no mundo do cinema, depois de ter sido notada quer em pequenos papéis televisivos quer em filmes publicitários. E nesse inicio de carreira aproveitaram apenas isso, a sua beleza loura, a cara bonita, o corpo perfeito.
Depois veio a revelação, e entre meados dos anos 80 e meados dos anos 90 teve os seus tempos áureos, que a levaram a ser nomeada para três Óscares, e a participar em alguns dos mais importantes filmes de Hollywood deste período, com a sua presença a ser fundamental para o sucesso de algumas destas obras.
Não foi fácil escolher apenas 5 filmes da Michelle, ficaram de fora obras como "Scarface", "A Mulher Falcão", "As Bruxas de Eastwick", "Doce Liberdade", "A Casa da Rússia", "Batman Regressa" (como Catwoman), "Frankie and Johnny", "Lobo", "Love Field", "A Idade da Inocência", entre muitos outros. Nos últimos anos, infelizmente, tem andado mais afastada do mundo do cinema, mas recentemente reapareceu em grande em "Dark Shadows" de Tim Burton.
Fiquem então com a lista dos cinco filmes que veremos esta semana:

- Segunda: Pela Noite Dentro (1985), de John Landis

- Terça: Viúva...Mas Não Muito (1988), de Jonathan Demme

- Quarta: Ligações Perigosas (1988), de Stephen Frears

- Quinta: Os Fabulosos Irmãos Baker (1989), de Steve Kloves

- Sexta: Mentes Perigosas (1995), de John N. Smith


1 comentário:

Joao Neves disse...

Não podia haver melhor escolha entre as atrizes-estrelas da sua geração. Acho que não consegui apaixonar-me por nenhuma outra atriz americana de geração posterior. A Idade da Inocência é talvez o meu preferido dela, mas mesmo recentemente com uma adaptação de Colette ela é soberba. Bom ciclo, gostaria de ver ou rever todos estes filmes.